sábado, 13 de junho de 2015

SEM MÁSCARAS

"Melhor é não ser ninguém e, ainda assim, ter quem o sirva, do que fingir ser alguém e não ter comida" (Provérbios 12:9)
Aparências podem até enganar, mas não passam de aparências, são um caminho para a infelicidade e a solidão. Não devemos tentar parecer ser quem não somos. Deus nos fez únicos, e quer que vivamos nossa vida com autenticidade. O Altíssimo não se agrada do uso de máscaras, e Ele sabe exatamente quem somos nós, não há como ludibria-lo. Tenhamos uma vida simples e autêntica, isso é bênção de Deus.
José Vicente

VIVER A VIDA

A vida é um presente de Deus, e devemos conduzi-la de forma a glorificar o nosso Criador, pois Ele nos ama e deseja nosso crescimento diário. O que você tem feito com sua vida e com os dons e talentos que recebeu de Deus. Aproveitar a vida não é fazer tudo o que vier à mente nem se afundar nos prazeres transitórios deste mundo, mas espalhar o amor de Deus onde estivermos, usar nossas habilidades conscientemente, contribuindo para melhorar a vida do próximo. Deus abençoe seu dia.
José Vicente

PROMOTORES DA PAZ

"Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;" (Mateus 5: 9)
O discípulo de Jesus é chamado para ser um promotor da paz, e não para instigar contendas ou viver em guerra com as pessoas. Uma das formas como Jesus é chamado nas profecias do Antigo Testamento é "Príncipe da Paz". Como seus seguidores nossa missão é promover a paz entre as pessoas, e principalmente anunciar que por meio de Cristo temos paz com Deus (Rom 5:1), pois em Cristo operou-se a reconciliação entre o Altíssimo e o ser humano que é lavado e redimido no sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Col 1: 21-23; Jo 1:29). Sejamos mensageiros da paz, transmitindo aos outros a paz que experimentamos em Cristo (Jo 14:27). Deus abençoe você e lhe conceda um dia abençoado, cheio de paz.
José Vicente

ESPERA NO SENHOR

"Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor." Salmo 27: 14
O desânimo vem, muitas vezes, e provoca um desastre em nossa vida, pois acaba com a motivação, tira o sentido do que estamos fazendo, faz desmoronarem os sonhos, produz abatimento e derrota. O Altíssimo, porém, nos convida a esperar nEle, pois dEle vem a força quando os pés vacilam, quando as pernas fraquejam e as mãos ficam trêmulas. Confiemos em Deus, Ele é conosco, Ele é o nosso refúgio e fortaleza. Deus nos ampara e guia, Ele nos cerca com Seu amor e nos conduz a uma vida plena em Sua Presença. Confiemos no Eterno e veremos maravilhas.
José Vicente

FÉ EM AÇÃO

Deus age nas nossas limitações. A Deus nada é impossível, mas Ele não fará aquilo que nós podemos e devemos fazer. Cabe a nós o empenho e a prudência, agindo movidos pela fé no Altíssimo. Deus não abençoa a imprudência e o comodismo, mas tem prazer naquele que é diligente e que crê, cobrindo-o com Sua Graça. "O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta". (Provérbios 13: 4)
José Vicente

DEIXE A ANSIEDADE DE LADO

Fatos futuros estão sob o domínio de Deus. Nada podemos fazer quanto a coisas que nem mesmo sabemos se irão acontecer. Andemos em fé, confiando nAquele que tudo sabe e tudo pode, visto que Ele cuida de nós com amor. "Lançando sobre Ele toda vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós. " (1Pe 5 :7).
José Vicente

domingo, 10 de maio de 2015

APRENDENDO ALGUMAS LIÇÕES COM MÃES NA BÍBLIA



TEXTO BASE: LUCAS 1.39-56

Hoje é Dia das Mães. Não que os outros dias não sejam, pois todos os dias devemos manifestar nosso amor e gratidão a essas mulheres valorosas. Entretanto, este dia foi separada para, de uma forma especial, prestarmos homenagem a quem recebeu de Deus o dom de gerar vida.
Quando Deus criou a mulher e lhe concedeu a capacidade de ser mãe, Ele provavelmente pretendia que os seres humanos tivessem, de maneira palpável, um exemplo mais próximo possível de alguns atributos de Deus.
Assim é que as mães nutrem por seus filhos um amor incondicional, que se parece um pouco com o amor de Deus por nós, visto que Ele nos ama de forma inexplicável. O amor de Deus transcende a tudo que se possa imaginar.
As mães são pródigas em perdoar. Por maiores que sejam as ofensas feitas pelos filhos, elas sempre estão dispostas a lhes estender a mão e abraçá-los. Esta virtude vem de Deus, pois Ele é o exemplo de capacidade para perdoar. O Altíssimo perdoa as ofensas feitas por Seus filhos, e não lhes imputa o pecado, lançando no esquecimento as nossas faltas (Hb. 8.12), pois em Cristo se consumou a reconciliação.
Deus nos ensina a renunciar a nós mesmos, assim como Ele próprio faz, abrindo mão da Glória para vir ao mundo como ser humano para que o plano de redenção fosse concretizado, trazendo-nos vida. Seguindo o exemplo de Deus, as mães são capazes de renunciar a si mesmas em favor de seus filhos, abrem mão de sonhos e de projetos para cuidar dos filhos. Elas se doam com abnegação, com amor.
Enfim, se analisarmos todas as características que as mães demonstram, constataremos que são atributos vindos de Deus, que se coloca como o exemplo supremo a ser seguido.
O texto que lemos trata de duas mães que tiveram grande importância na história do povo de Deus e da humanidade, pois elas geraram filhos que transformaram o mundo. Isabel foi a mãe de João Batista, de quem Jesus falou: “entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista”  (Mt. 11.11). João foi o profeta que preparou o caminho para a chegada do Messias.
Maria foi a mãe de Jesus, o Filho de Deus, Aquele que veio para dar Sua vida em nosso favor e nos abrir as portas do Reino do Céu. Ela foi o instrumento de Deus para trazer ao mundo o nosso Salvador, cumprindo as profecias transmitidas por meio dos profetas.
Ambas foram mulheres consagradas a Deus, tementes e obedientes ao Altíssimo. Eram mulheres de oração, de fé e praticantes da Palavra de Deus.
Com Isabel e Maria, a exemplo de outras mulheres que se destacaram na história do povo de Deus, aprendemos lições importantes, dentre as quais analisaremos algumas.

1)      Reconhecimento do poder de Deus sobre a vida
Isabel e Maria eram parentas, mas ambas se encontravam em situações distintas. Isabel era idosa e estéril. Era casada com Zacarias e não tinham filhos.
Maria era uma jovem virgem, que se encontrava noiva de José. Não sendo ainda casada, não poderia ter filhos antes da consumação do matrimônio.
Isabel e Zacarias oravam clamando a Deus um filho, todavia, como já eram idosos, não era de se esperar que viessem a ser pais. Maria era temente a Deus, e certamente sonhava em constituir família com José e ser mãe de filhos.
Deus mostrou, por meio de Sua ação na vida das duas mulheres, que Ele tem o poder sobre a vida, e não existe nada impossível quando Ele age para cumprir a Sua vontade.
Ele fez com que Isabel concebesse em idade avançada, causando perplexidade tanto à família como à sociedade, pois Isabel se sentia humilhada pelo fato de não ter filhos.
Deus também fez com que Maria, sendo virgem, concebesse e se achasse grávida de um filho, fato humanamente impossível, pois ela não teve contato sexual com homem algum.
Agindo desta forma, Deus mais uma vez mostrou que pode dar vida a quem quiser e quando quiser. Que Ele tem o poder sobre a existência do ser humano, e que a concepção de um filho é um milagre que deve levar as pessoas a reconhecerem a Sua autoridade.
Isabel e Maria tinham essa convicção, pois sabiam que não tinham como conceber na situação em que se encontravam, e que somente por ação sobrenatural de Deus é que foi possível que se tornassem mães.

sábado, 28 de março de 2015

ACHEGUEMO-NOS A JESUS DA FORMA ADEQUADA

Mateus 9:18-26
Textos paralelos: Marcos 5.21-43; Lucas 8.40-56

Jesus caminhava entre os seres humanos como se fosse igual a eles, vendo de perto suas mazelas e ajudando-os a superar suas fraquezas. Ele lhes ensinava o Caminho para a reconciliação com Deus, e por meio de sua ação mostrava o quão perto Deus estava do ser humano. Jesus demonstrava que Deus não era um ser inalcançável, alheio aos sofrimentos das pessoas, mas era um Deus que se preocupava com os seres humanos e manifestava misericórdia para com aqueles que O buscassem.
Onde Jesus estava ocorria alguma transformação. As pessoas que com Ele se encontravam sempre experimentavam uma mudança em suas vidas e em sua maneira de pensar. Lendo os Evangelhos notamos que todas as pessoas que procuravam Jesus eram por Ele atendidas, ninguém saia do mesmo jeito que havia chegado. Nem mesmo os seus opositores.
Nos versículos antecedentes vemos Jesus curando um homem paralítico (vv. 1-8), convocando um coletor de impostos a ser seu discípulo (v. 9), ensinando sobre a necessidade de agirmos com misericórdia (vv. 10-13) e falando sobre a renovação trazida pela vinda do Messias (vv. 14-17).
A partir dos versículos lidos, vemos Jesus fazendo a diferença na vida de Jairo e sua família, e também da mulher que sofria de enfermidade grave. Jesus transformou a vida dessas pessoas, operando milagres extraordinários em seu favor.
A ação de Jesus em favor dos que nEle creem, porém, não ficou restrita aos tempos passados, pois Ele continua agindo hoje da mesma maneira. Precisamos analisar as atitudes adotadas pelas pessoas que se achegaram a Jesus nos tempos bíblicos, para aprender com elas algumas lições valiosas para que possamos nos conduzir de maneira a experimentarmos o agir de Jesus em nossas vidas.

1)      Aproximar-se de Jesus com reverência
Quando estamos diante de autoridades (juiz, prefeito, governador, etc.), adotamos uma postura de respeito. Usamos trajes adequados, palavreado adequado, pois reconhecemos que estamos diante de alguém que deve ser respeitado. Que dizer, então, da postura que devemos adotar quando estamos diante de Jesus, Aquele que tem autoridade sobre tudo e sobre todos, que está acima de todos os que são investidos de autoridade sobre a terra!
O texto lido mostra que Jairo, chefe da sinagoga, aproximou-se de Jesus com reverência. Mateus não cita o nome do chefe da Sinagoga, mas Marcos e Lucas o identificam como Jairo. Ainda, Mateus narra que Jairo adorou Jesus (v.18), enquanto Marcos usa a expressão “prostrou-se a seus pés” (Mc 5.22), da mesma maneira que Lucas (Lc. 8.41).
A mulher que sofria de hemorragia também se aproximou com reverência, e após ter sido descoberta porque Jesus queria saber quem havia tocado suas vestes, demonstrou essa reverência prostrando-se diante dEle (Mc. 5.33; Lc. 8.47).
Essas duas pessoas, assim como as demais que se aproximavam de Jesus em busca de Sua ajuda, demonstraram grande reverência para com Ele, deixando evidente que sabiam tratar-se de alguém que estava acima de um ser humano comum. São atitudes que mostram, na verdade, a certeza de que Jesus era o Filho de Deus, e que assim como era necessário agir com reverência perante Deus Pai, também com relação ao Filho tal atitude devia ser adotada.
Interessante notar o contraste entre as personagens dessa passagem: Jairo era chefe da sinagoga, pessoa que tinha maior destaque do que os judeus comuns. Nessa função, ele era o responsável por organizar a liturgia na sinagoga, escolhendo quem deveria ler as Escriturar e conduzir a oração.
A mulher hemorrágica, porém, era uma pessoa simples, sem destaque social. Pelo contrário, sua enfermidade a tornava uma marginalizada, porque era cerimonialmente impura e não podia se casar. Ela era o oposto de Jairo em termos de status social. Além disso, era mulher, e naquela sociedade a mulher não tinha a mesma liberdade do homem, ela nem mesmo era incluída na contagem da população.
Ambos, porém, se achegaram a Jesus com a mesma atitude de reverência. Jairo não se julgou merecedor da atenção de Jesus por causa de sua função, antes, adotou uma postura de humildade. A mulher, sabedora de sua condição, portou-se de forma humilde e com toda a reverência, tentando não incomodar Jesus, dispondo-se a apenas tocar na orla de suas vestes.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

CHAMADOS PARA SER PACIFICADORES



TEXTO BASE: MATEUS 5.9

“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.”

INTRODUÇÃO
No nosso mundo a palavra paz parece não ter seu significado conhecido por muitos seres humanos, principalmente aqueles que vivem em regiões de constantes conflitos como a Síria, Oriente Médio, Coreia do Norte e outros países onde continuamente surgem discórdias, guerras e muitas mortes.

Acompanhamos pelos noticiários as informações de grupos radicais promovendo atentados, levando medo e sofrimento às pessoas, criando um ambiente em que a palavra paz seja algo totalmente estranho e distante.

Mas não precisamos ir muito longe, pois em nosso país, embora haja liberdade, muitos vivem sem paz. Constantemente testemunhamos conflitos pessoais, sociais, políticos, religiosos, e há muito mais pessoas para estimular as contendas e a violência do que para apaziguar os ânimos e buscar o restabelecimento da paz.

De acordo com o dicionário, pacificador é aquele que promove a paz, que busca a conciliação.

Na história da humanidade se destacaram alguns pacificadores, dentre os quais podemos citar Martin Luter King, Mahatma Gandhi, Madre Tereza, Nelson Mandela, e outros. Porém o maior e mais importante pacificador que já passou pela face da terra se chama Jesus, o Cristo, o Filho de Deus.

Durante sua vida Jesus se empenhou em ensinar aos seres humanos a importância do amor e da paz. Ele nunca incitou atos de violência ou de revolta, pelo contrário, incentivou a prática da solidariedade, da longanimidade e do perdão.

Na passagem que lemos, conhecida como Sermão da Montanha, Jesus está ensinando aos seus discípulos e à multidão que o ouvia os princípios que devem nortear a vida de um cidadão do Reino dos Céus. Então, Jesus afirma que “os pacificadores serão chamados filhos de Deus”.

É interessante notar que João, ao escrever um dos Evangelhos, assim afirmou:

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome.” João 1:12

João diz que são chamados filhos de Deus os que creem em Jesus, enquanto Jesus diz que são chamados filhos de Deus os pacificadores. Embora pareça haver contradição entre os dois textos, eles se complementam e trazem a mesma mensagem. A ligação entre esses textos foi apresentada por Isaias, muitos anos antes, quando ele assim profetizou:

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Isaias 9.6

Isaias falava sobre a vinda do Messias, e um dos nomes que Ele receberia era “Príncipe da Paz”. Sabemos que Jesus é o Messias prometido por Deus, como nos testificam as Escrituras e o Espírito Santo que em nós habita.

Ora, se somos discípulos de Jesus, consequentemente somos seguidores do Príncipe da Paz. E se Ele é o nosso Mestre e Senhor, assim como Ele foi um pacificador, todo aquele que afirma nEle crer deve seguir os seus passos, buscando o estabelecimento da paz.

“Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.” 1 Jo 2.6

Não há possibilidade de sermos discípulos de Jesus, de dizermos que cremos nEle como nosso Senhor e Salvador, que Ele é o dono de nossas vidas, se não nos empenhamos em manifestar em nós mesmos uma das mais importantes características que Jesus demonstrava e que deve estar presente em todo aquele que nEle crê: a promoção da paz.

Com base nas Escrituras, vamos destacar as principais áreas de atuação de pacificador.

      1.       PAZ ENTRE OS SERES HUMANOS
O pacificador é alguém que incessantemente procura o estabelecimento da paz entre as pessoas. Ele não tem prazer na discórdia, nos conflitos, nas inimizades, nas separações. Ele não atua como um desagregador, não incentiva a contenda.

Eis algumas atitudes de um pacificador em relação às pessoas:
i)             Perdoa: ainda que seja ofendido, um pacificador pratica o ensinamento de Jesus e libera perdão ao seu ofensor, de maneira a não criar em seu próprio coração raízes de amargura. Ele sabe que não conseguirá sentir paz consigo mesmo se alimentar mágoas e rancor, e também não viverá em paz com os outros. Por mais difícil que seja, ele busca forças em Deus para perdoar, sabendo que ele próprio recebeu de Deus o perdão pelas ofensas feitas contra o Altíssimo. Como disse Jesus ao falar sobre o perdão, se não perdoarmos as pessoas não seremos perdoados por Deus (Mt. 18.21-35).
ii)         Estimula a prática do perdão: o pacificador não apenas perdoa, mas procura levar as pessoas a se perdoarem umas às outras. Quando alguém lhe faz uma queixa por ter sido ofendido, afrontado por outrem, ele não estimula a ira e a desavença, mas procura conduzir as pessoas a uma reflexão sobre a situação para que haja perdão e reconciliação.
iii)               Tem palavras brandas: o pacificador se esforça para usar as palavras de forma a edificar as pessoas. Ele não responde impulsivamente, mas reflete no que diz e procura falar de forma a não incitar ainda mais a ira. Ele não joga mais lenha na fogueira, pelo contrário, atua como a água que vem para apagar o incêndio. (“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” Pv.15.1)
iv)              Evita falatórios e dissensões: quando alguém lhe conta uma fofoca, fala de outra pessoa de forma depreciativa, negativa, ele não dá prosseguimento a isso, antes, tenta evitar que a pessoa continue a agir daquela forma, pois sabe que o final pode ser uma grande desavença e divisão. Não estimula o falatório que pode acabar em inimizade.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CUIDAR DA SAÚDE É CUMPRIR A VONTADE DE DEUS

Atualmente, grande parte da humanidade está sofrendo com problemas de obesidade, hipertensão, diabetes alimentar, colesterol descontrolado, câncer, baixa imunidade e tantas outras enfermidades, males estes que vêm se acentuando nos últimos tempos. As pessoas se submetem a tratamentos que, na maior parte da vezes, apenas são paliativos, tratam os sintomas e não atacam a raiz do problema.

Nosso corpo foi projetado por Deus para receber o combustível adequado para funcionar de maneira equilibrada, de maneira a manter-se saudável, entretanto, contrariando o projeto de Deus, resolvemos trocar o combustível ideal por combustível inapropriado, que apenas causa danos ao corpo e à saúde. Desde crianças somos ensinados a ingerir alimentos que acabam com nossa imunidade, elevam a acidez corporal, provocam funcionamento inadequado de nossos órgãos e acarretam males que se agravam a cada dia. Os pais, com boa intenção mas de maneira errada, colocam açúcar na mamadeira das crianças, criando desde cedo o vício em coisas doces, que vai acarretar danos terríveis ao longo da vida.

O refrigerante, por exemplo, está de tal forma inserido na vida das pessoas, que fica difícil perceber o grande mal que ele faz, e quando os danos são sentidos, a situação já está crítica e a saúde seriamente prejudicada.

Interessante que no Éden não havia refrigerante para os primeiros seres humanos, e na Bíblia não encontramos registros de bebidas similares. Se fosse algo bom, é provável que Deus tivesse posto uma fábrica de refrigerantes no Éden, ou então rapidamente as pessoas daqueles tempos bíblicos descobririam como produzi-lo, mas isso não ocorreu. Trata-se de uma bebida dos tempos modernos, que enriquece os seus produtores e adoece a população.

Cada dia mais as pessoas se afastam da alimentação natural que Deus nos concedeu. Trocamos as maravilhas que o Altíssimo nos disponibilizou na natureza por coisas sintéticas, artificiais e prejudiciais.

No vídeo abaixo contém uma palestra ministrada pelo Dr. Lair Ribeiro sobre nutrição e saúde. Trata-se de um médico cardiologista que se especializou em nutrologia, área da medicina que estuda a composição nutricional dos alimentos e seu impacto no corpo humano para manutenção da saúde e tratamento de enfermidades. Esse médico viveu nos Estados Unidos por 17 anos, onde não apenas estudou, mas foi professor em faculdades de medicina, diretor de duas empresas do ramo de laboratórios, sendo uma delas atualmente a Novartis. Voltando ao Brasil, retomou a atuação como médico cardiologista, atuando também como professor em cursos de pós-graduação na área de medicina e ministrando palestras no Brasil inteiro para médicos e leigos.

Espero que o conteúdo possa ajudar os leitores do blog a cuidarem de melhor maneira da sua alimentação e, consequentemente, da sua saúde, pois devemos zelar pelo corpo que Deus nos concedeu, não podemos ser negligentes no cuidado conosco e com nossos familiares.




Abraços a todos,

José Vicente